quarta-feira, 24 de março de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010
O que Deus não vai nos perguntar.
Muitas pessoas passam pela existência terrena, sem a mínima preocupação com que vão encontrar no além-túmulo.
Outras, ao contrário, vivem um tormento constante, inseguras com suas atitudes, imaginando o que Deus vai achar do seu desempenho.
Algumas preferem curtir os prazeres da terra e deixar para pensar nisso mais tarde, quando e velhice se aproximar.
Embora sendo espíritos imortais, muitos homens não vivem como tal. Mesmo sabendo que a vida no corpo físico é frágil e passageira, desejam vivê-la como se fosse eterna.
E é assim que, ao sentirem a aproximação da linha de chegada, se desesperam na tentativa de encontrar as respostas certas, caso Deus lhe cobre alguma coisa.
No entanto, Deus não é juiz implacável, esperando sua chegada no além, com o livro da vida na mão para anotar seus erros e acertos.
Deus está na sua consciência, através das suas leis nela inscritas.
Portanto, você terá, sim, um tribunal que lhe pedirá contas do que fez com tudo o que foi lhe oferecido para seu estágio no corpo físico. E esse tribunal é a sua própria consciência.
Assim, se chamamos nossa consciência de Deus, por ser a representação das leis divinas, poderemos fazer uma prévia do que Deus não vai nos perguntar.
Deus não vai perguntar que tipo de carro você costumava dirigir, mas vai perguntar quantas pessoas que necessitavam de ajuda você transportou.
Deus não vai perguntar qual o tamanho da sua casa, mas vai perguntar quantas pessoas você abrigou nela.
Deus não vai fazer perguntas sobre as roupas do seu armário, mas vai perguntar quantas pessoas você ajudou a vestir.
Deus não perguntar o montante de seus bens materiais, mas vai perguntar em que medida eles ditaram sua vida.
Deus não vai perguntar qual foi o seu maior salário, mas vai perguntar se você comprometeu o seu caráter para obtê-lo.
Deus não vai perguntar quantas promoções você recebeu, mas vai perguntar de que forma promoveu os outros.
Deus não vai perguntar qual foi o cargo que você ocupava, mas vai perguntar se você desempenhou seu trabalho com o melhor de suas habilidades.
Deus não vai perguntar quantos amigos você teve, mas vai perguntar de quantas pessoas você foi amigo.
Deus não vai perguntar o que você fez para proteger seus direitos, mas vai perguntar o que você fez para garantir os direitos dos outros.
Deus não vai perguntar em que bairro você morou, mas vai perguntar como você tratou seus vizinhos.
Deus não vai perguntar quantas horas você viveu na terra, mas vai perguntar o que você fez das suas horas.
Deus não vai perguntar quem foram seus familiares, mas vai perguntar sobre a sua relação com eles.
Deus não vai perguntar se houve obstáculos em seu caminho, mas vai perguntar sobre os esforços que fez para superá-los.
Deus não vai perguntar sobre o patrimônio que você deixou para seus herdeiros, mas vai querer saber das riquezas espirituais que levará na bagagem.
E somente você saberá que respostas terá para dar.
Jesus assegurou que a cada um será dado segundo suas obras.
Assim sendo, não adianta pensar em desculpas pelo que fez ou deixou de fazer, pois Deus que está em sua consciência, vai lhe perguntar, sim, sobre seu desempenho, muito embora já saiba de todas as respostas.
Pense nisso! Mas pense agora!
Outras, ao contrário, vivem um tormento constante, inseguras com suas atitudes, imaginando o que Deus vai achar do seu desempenho.
Algumas preferem curtir os prazeres da terra e deixar para pensar nisso mais tarde, quando e velhice se aproximar.
Embora sendo espíritos imortais, muitos homens não vivem como tal. Mesmo sabendo que a vida no corpo físico é frágil e passageira, desejam vivê-la como se fosse eterna.
E é assim que, ao sentirem a aproximação da linha de chegada, se desesperam na tentativa de encontrar as respostas certas, caso Deus lhe cobre alguma coisa.
No entanto, Deus não é juiz implacável, esperando sua chegada no além, com o livro da vida na mão para anotar seus erros e acertos.
Deus está na sua consciência, através das suas leis nela inscritas.
Portanto, você terá, sim, um tribunal que lhe pedirá contas do que fez com tudo o que foi lhe oferecido para seu estágio no corpo físico. E esse tribunal é a sua própria consciência.
Assim, se chamamos nossa consciência de Deus, por ser a representação das leis divinas, poderemos fazer uma prévia do que Deus não vai nos perguntar.
Deus não vai perguntar que tipo de carro você costumava dirigir, mas vai perguntar quantas pessoas que necessitavam de ajuda você transportou.
Deus não vai perguntar qual o tamanho da sua casa, mas vai perguntar quantas pessoas você abrigou nela.
Deus não vai fazer perguntas sobre as roupas do seu armário, mas vai perguntar quantas pessoas você ajudou a vestir.
Deus não perguntar o montante de seus bens materiais, mas vai perguntar em que medida eles ditaram sua vida.
Deus não vai perguntar qual foi o seu maior salário, mas vai perguntar se você comprometeu o seu caráter para obtê-lo.
Deus não vai perguntar quantas promoções você recebeu, mas vai perguntar de que forma promoveu os outros.
Deus não vai perguntar qual foi o cargo que você ocupava, mas vai perguntar se você desempenhou seu trabalho com o melhor de suas habilidades.
Deus não vai perguntar quantos amigos você teve, mas vai perguntar de quantas pessoas você foi amigo.
Deus não vai perguntar o que você fez para proteger seus direitos, mas vai perguntar o que você fez para garantir os direitos dos outros.
Deus não vai perguntar em que bairro você morou, mas vai perguntar como você tratou seus vizinhos.
Deus não vai perguntar quantas horas você viveu na terra, mas vai perguntar o que você fez das suas horas.
Deus não vai perguntar quem foram seus familiares, mas vai perguntar sobre a sua relação com eles.
Deus não vai perguntar se houve obstáculos em seu caminho, mas vai perguntar sobre os esforços que fez para superá-los.
Deus não vai perguntar sobre o patrimônio que você deixou para seus herdeiros, mas vai querer saber das riquezas espirituais que levará na bagagem.
E somente você saberá que respostas terá para dar.
Jesus assegurou que a cada um será dado segundo suas obras.
Assim sendo, não adianta pensar em desculpas pelo que fez ou deixou de fazer, pois Deus que está em sua consciência, vai lhe perguntar, sim, sobre seu desempenho, muito embora já saiba de todas as respostas.
Pense nisso! Mas pense agora!
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Reflexões
COMO ESCOLHER SEU BATOM COR DE BOCA
O batom cor de boca é daqueles que a gente usa todo dia, em qualquer ocasião. É o coringa da maquiagem! Por isso, você deve escolher um que tenha a cor o mais próxima possível da cor natural dos seus lábios e que combine com o seu tom de pele.
Pele clara
Invista tons rosados, com ou sem um leve brilho dourado.
Pele oliva (orientais, morenas claras ou com a pele mais amarelada)
Use batons rosados de tom quente e os marrons clarinhos.
Pele morena
Use um bege mais escuro, quase marrom, para que sua boca não fique mais clara que a pele do rosto. Morenas podem usar cores mais vivas, como tons alaranjados e rosa avermelhado ou com pigmentos dourados.
Pele negra
Lembre sempre que o batom cor de boca deve ir escurecendo de acordo com o tom da sua pele. As negras ficam ótimas com tons de marrom mais escuros e puxando para o roxo, como tons de uva e berinjela. Metalizados também caem bem.
Dicas:
- Se você tem lábios muito finos, pode ganhar volume com um batom cor de boca mais cremoso e com brilho. Ou ainda aplicando uma camada discreta de gloss por cima.
- Se você tem lábios muito finos, pode ganhar volume com um batom cor de boca mais cremoso e com brilho. Ou ainda aplicando uma camada discreta de gloss por cima.
- Na hora das compras, experimente vários batons nos lábios – afinal, não é sua mão que vai usá-lo – para escolher o tom que fica mais natural na sua boca.
- O batom cor de boca fica lindo se combinado a um olho escuro bem marcado. Complete com um pouco de blush para não ficar “cara-pálida”.
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Maquiagem
Blazer masculino e vestido, pode?
Sim, pode! Esta foi a resposta que as atrizes Sarah Jessica Parker e Jennifer Aniston deram e fizeram. Ambas usaram vestidos com blazer, misturando o universo masculino com a delicadeza do vestido feminino.
Jessica vestiu um blazer masculino, o famoso boyfriend por cima de um vestido rosa nude rendado. Aproveitou e colocou alguns colares para valorizar o look. Nos pés, scarpin. Enquanto isto, Jennifer utilizou um blazer acinturado com um vestido curtíssimo dourado, e sandálias altíssimas, Jimmy Choo, por sinal.
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Moda
segunda-feira, 22 de março de 2010
Jesus chorou!
Você já se perguntou por que Jesus chorou?Você sabe a razão? Chorou o Rei dos reis?
Não foi por raiva, como nós algumas vezes choramos.
Também não foi por alegria, como já muitos chorarem.
Nem tampouco por derrota, pois jamais foi derrotado, nem mesmo a morte o derrotou, antes Ele a ela.
Lágrimas verteram de seus olhos.
Olhos que sempre se voltaram ao pobre necessitado, ao sofredor injustiçado, ao desesperado que o buscava talvez como última esperança.
Olhos que transmitiam verdade e amor.
Porque esses olhos agora choravam.
Algum motivo deveria existir. E para mim existe!
Jesus chorou, pelos pecados que cometo sem me arrepender, pelas injustiças que vejo e não denuncio, pela dor do irmão que deixo de aliviar, pela porta que fecho aos que me pedem não só pão, mas amor.
Ele chorou...Ensinou-me o significado, o valor da pequenina lágrima que lava a alma, que tem o poder de aliviar a mágoa e dar consolo ao coração inflamado de dor, que faz bem a quem a deixa cair livremente.
Chorou, para que eu também possa chorar sem me envergonhar, chorar por alguém que parte para o além, juntar minhas lágrimas a do próximo que está a gemer só em sua aflição.
O Mestre chorou, por ter se tornado pessoa como eu, pobre como eu, por ter amado a mim.
Algum motivo deveria existir. E para mim existe!
Jesus chorou, pelos pecados que cometo sem me arrepender, pelas injustiças que vejo e não denuncio, pela dor do irmão que deixo de aliviar, pela porta que fecho aos que me pedem não só pão, mas amor.
Ele chorou...Ensinou-me o significado, o valor da pequenina lágrima que lava a alma, que tem o poder de aliviar a mágoa e dar consolo ao coração inflamado de dor, que faz bem a quem a deixa cair livremente.
Chorou, para que eu também possa chorar sem me envergonhar, chorar por alguém que parte para o além, juntar minhas lágrimas a do próximo que está a gemer só em sua aflição.
O Mestre chorou, por ter se tornado pessoa como eu, pobre como eu, por ter amado a mim.
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Reflexões
sábado, 20 de março de 2010
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